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Flamengo, 2012 promete

8 de janeiro de 2012

Promete ser igual ou pior que o ano passado. 
Enquanto os demais times buscam reforços para as diversas posições, o Flamengo concentra-se em dois jogadores caríssimos que, como já está mais do que provado, não resolvem coisa alguma.  Primeiro porque duas ou três andorinhas não fazem verão e segundo porque não estão jogando nada mesmo.  O Thiago Neves pode até voltar a jogar mas o outro está mais preocupado em ganhar a sua grana e se divertir nas noites, dias e tardes cariocas.  Não o culpo, afinal ele é muito bem pago pra isso.

1955: segundo tri-campeonato carioca do Flamengo

Esta situação é muito conveniente para o teinador estrela decadente que, faz tempo, vive de passado, factóides e frases de filósofo de botequim.  Sem reforços, o que promete é manter o time na Libertadores  e ganhar um título.  Em 2011 foi um desprestigiado Campeonato Carioca.  Este ano deve valer até um quadrangular em Cachoeiras de Macacu, provavelmente numa difícil decisão contra o combinado local (que me perdoem os macacuenses).

Antes de exigir títulos há que exigir uma participação séria e profissional nos campeonatos.  Títulos serão uma consequencia de um trabalho digno do tão querido manto sagrado. 

O que definitivamente não se pode aceitar é esta farsa que só faz sentido para aqueles que se apoderam e tiram proveito de uma marca da grandeza e do valor do Flamengo.   Não é muito diferente do que acontece com os demais clubes brasileiros e, mais ainda, federações estaduais e confederação brasileira. Só que há anos o Flamengo tem sido um exemplo de incompetência e politicagem. 

Depois, a gente aqui na “terra do futebol” fica de boca aberta com o Barcelona.  Antes havia sido o Real Madrid.  Não há mistério para o sucesso espanhol,  só muito trabalho e competência por anos a fio.  Tem mais, lá as torcidas pagam o ingresso que ajuda a sustentar o clube.  Aqui as “organizadas” vivem deles.

O pior é que na hora “H” acabo torcendo como sempre…

Foto: 55, o ano do tri (by Cariocadorio)
Nota: camisa da Liga retro.

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Tristeza flamenguista

13 de novembro de 2011

É muito triste torcer para um time que demonstra em campo todo o desacerto de administrações pouco comprometidas com o clube. Tem sido assim há muito tempo com o Flamengo.  Mesmo nas vitórias.

É muito triste ver que contratações de comissão técnica e jogadores seguem critérios nebulosos. O que achar desse   Luxemburgo, misto de vedete ultrapassada e treinador decadente com um histórico de vitórias (há muito tempo atrás) e polêmicas em torno das boas intenções das suas decisões técnicas? 

É muito triste torcer para um time que tem na figura do Sr. Ronaldo de Assis Moreira seu maior ídolo.  Há muitos anos no ocaso da carreira, Ronaldinho Gaúcho é mais preocupado com sua promoção pessoal que com o clube.  Há inúmeros exemplos de sua falta de profissionalismo, demonstrada dentro e fora do campo. 

No campo, além das pífias atuações, demonstra uma falta de caráter imperdoável.  São incontáveis as vezes que atinge covardemente seus adversários para depois, sem um pingo de vergonha na cara, pedir desculpas como se fosse um lance acidental.  Enganam-se aqueles que acreditam que seja reação às faltas que recebe dos adversários.  Não, a agressão é conseqüência da frustração com o seu fraco desempenho, presa fácil de marcadores que, com imperdoável ousadia, impedem que faça suas jogadas de efeito circense e pouca objetividade. 

Enganam-se também os que acreditam que Ronaldinho “joga quando quer”.  Acostumou-se tanto a “não querer” que hoje o jogo não vem nem quando quer.  Não estou falando de uma ou outra jogada de efeito nem mesmo um ou outro gol ou assistência.  Afinal, precisa compensar os momentos em que fica escondido no campo ou quando mata a bola para o adversário, como no gol do Coritiba nesta tarde. Falo de um campeonato bem jogado, algo que justifique seu salário.  

É muito triste torcer para um Flamengo de pequenos escândalos diários, de grandes dívidas impagáveis, de efêmeros ídolos de barro, todo desarrumado em campo, com uma defesa esburacada e sem chutar pra gol.  

Quando teremos novamente ídolos da dimensão profissional de um Adílio, de um Andrade ou de um Zico?

Pior ainda é a seleção brasileira cujos dirigentes não dão a mínima pra futebol, aliás, eles detestam futebol… certamente não estariam nem perto dele se houvesse outra forma de ter tanto poder e dinheiro.

Alegria Carioca!!!

6 de dezembro de 2009

Há muito tempo o futebol carioca não vivia um dia tão glorioso.

Mas este Cariocadorio, que hoje está feliz por todo o Rio de Janeiro, ainda não pode crer na felicidade maior que proporcionou o Mengão.  Que improvável hexa-campeonato levantou o Flamengo este ano.  Depois de um início titubeante, o  Mengão arrancou no final ao comando da humildade de um Andrade histórico.  Mais que Adriano e Petkovic, este é o nome da conquista. Andrade…o maior campeão da história dos brasileiros chama-se Andrade, o Tromba.  Um sujeito simples, de declarações humildes porém firmes e decisivas.     Sem marra, sem estrelismo, sem vedetismo, Andrade foi só trabalho e competência.  Na reta final, sob o seu comando o Flamengo bateu os adversários diretos e foi mais que merecedor deste título.  Obrigado, Andrade!

Torcedor do América (1956)

Que campanha fez o Fluminense se mantendo na primeira divisão quando há muito tempo já o haviam condenado à segundona.

O Botafogo, um time até então meio frouxo nas horas H, escapou no último jogo ao vencer no Engenhão o Parmera, time do tri-Murici, mantendo-se na primeira pra 2010.

Vasco, campeão da segundona, volta com força total no ano que vem. 

E o América, que ainda conta com muitos torcedores como este  da foto posando de Pompéia, volta à primeira divisão do Carioca. 

Parabéns Cariocas, parabéns Mengão, o  mais carioca dos cariocas!!!!!!

Ano que vem a rivalidade está de volta… hoje vamos comemorar juntos a volta por cima do futebol do Rio de Janeiro.  Que seja um bom presságio para a nossa cidade.

Flamengo, Campeão Brasileiro de 2010

           Mengoooooooooooooooo!!!!!

Foto: Pequeno torcedor do América (1956), acervo pessoal Cariocadorio, proibida a reprodução sem autorização prévia.